pilates
As posturas invertidas são um sucesso entre os praticantes de Pilates.

Todo mundo quer fazer, clicar e postar.

Essas posturas proporcionam benefícios como a redução do esforço circulatório atenuando varizes e inchaço nas pernas. Levam mais oxigênio para todas as regiões do corpo, mas principalmente para o cérebro (o que ajuda a equilibrar o sistema nervoso combatendo o estresse e a insônia), coração, bacia (melhorando a prisão de ventre) e coluna vertebral. Além de tantos outros benefícios também exigem mais dos músculos pois essas posições estimulam novos ajustes posturais.

Mas além desses benefícios, o que Pilates tinha na cabeça quando inventou exercícios em inversão em todos os aparelhos?

Ele tinha um grande objetivo que era ensinar e preparar as pessoas para terem controle sobre seus corpos e assim se moverem de forma segura e eficiente em todas as suas atividades diárias. Para isso, ele concentrou seus esforços em desenvolver exercícios para o fortalecimento do que ele denominou de Centro de Força (Power House ou Core). Assim, além de todos os benefícios sistêmicos que essas posturas podem gerar, elas ainda são excelentes para desafiar o grupo de músculos que formam o Centro de Força, e quanto maior o desafio, mais fibras musculares são recrutadas e  maior é o fortalecimento. 

Nós, aprendizes e seguidores do tio Joe, temos que ter responsabilidade ao ensinar essas posturas, ficar atentos às contra indicações e sempre ter em mente todas as propostas do exercício que estamos ensinando. O método é riquíssimo, trabalha múltiplos músculos e tem objetivos diversos, mas o mais importante deles é deixar os músculos do Core fortes e resistentes. No Pilates não existem exercícios de pernas, braços ou invertidos que não comecem nele. Tudo passa pelo Centro. 

Não faz sentido se pendurar ou fazer um Roll Over se o movimento é descontrolado, com impulso e compensações. Mais uma vez a dica é: se o aluno faz o movimento sem qualidade é melhor não fazer, voltar ao ponto em que executa as tarefas com perfeição e ir evoluindo aos poucos de acordo com suas capacidades.

Nem todos vão chegar ao ponto de virar de cabeça para baixo e isso não é um problema, problema é ir além do que o corpo permite. O que pode ser considerado MENOS por muitos, para os pilateiros, é MAIS.

Fonte: Espaço Fluir

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